segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Jovens... Nossos jovens!

  Estive recentemente em uma discurssão sobre política em uma mesa redonda, com alguns membros de juventudes da região norte (diga-se membros de Juventude, Presidentes de DCE's, DA's, Ong's e representantes de partidos políticos de 4 estados da região Norte), infelizmente cheguei a uma conclusão preocupante! Essa geração a minha geração é sem sombra de dúvidas a geração menos interessada em como funciona o sistema político brasileiro, temos na teoria um "dos mais democráticos sistemas de representatividade do mundo", nossas eleições são diretas, onde é exigido muito pouco do cidadão para ser considerável elegível, o que em tese da oportunidade para todos! Uma leque aberto para que toda a sociedade se interessar por quem Governa este imenso país em que vivemos, mas a juventude pensa completamente ao contrário, acha a política complicada coisa de velho de "gente chata", Fico abismado com o desinteresse, com a falta de compromisso de nossos jovens! E a vontade de mudar! Não somos mais a gereação dos cara pintadas, mas podemos e devemos fazer a diferença, é necessário mais uma vez que a nós, eu e você que esta lendo, levantar-mos uma bandeira de "Basta a corrupção, ao patriacarlismo político, ao voto de cabresto, devemos dizer não ao caciques que comandam o Estado sem pensar nem um pouco no povo!" Más para isso a Juventude, essa mesma que eu exaustivamente cito neste texto necessita se interessar, pela famigerada política, precisa entender que seu papel é de extrema importância, o voto dos eleitores que tem entre 18 e 27 anos, é decisivo em qualquer eleição, não importa o cargo, nem o Estado, esses são os eleitores que decidem uma eleição, que decidem quem vai governar, portanto não adianta o jovem dizer que a política não presta, se este mesmo jovem é quem deveria estar inserido no contexto político, coordenando e articulando para que a escolha do governante fosse a correta! Luto incessantemente pela inserção da disciplina de Ciências políticas, na grade curricular das escolas secundaristas, na esperança de no futuro ver uma juventude muito, mais interessada em cuidar dos interesses do Estado como um todo.

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