Amigos, não poderia deixar de compartilhar com vocês, uma cena a qual me deparei hoje, estava na assistindo um deeterminado telejornal, quando o apresentador convida uma Senhora, para falar a respeito de aborto, a senhora começa a entrevista respondendo a uma pergunta relacionada a polêmica criada por uma emenda a lei orgânica do município de Anápolis, estado do Góias, que se achou no direito de proibir abortos autorizados judicialmente, a entrevistada em rede nacional falou "... Deve ser um prefeito motivado por religão, um absurdo um homem sem caráter..", esse humilde que aqui vos fala, concorda em grau gênero, número, espécie equalquer outro tipo de concordância que existir com essa Mulher (perdoem-me mas não memorizei o nome da entrevistada), a lei brasileira permite aborto praticado por médico com o consentimento da gestante em duas
situações: quando há risco de vida da mãe causado pela gravidez e esse é
o único meio de salvá-la e quando a gravidez é resultante de estupro, FATO! Se esta dentro dos parâmetros legais, quem pensam ser esse vereadores que se colocam acima da lei e dos principios constitucionais, por motivações religiosas, colocando em risco mulheres vítimas de estupro, ou em gestação de risco! Essa emenda é um absurdo, não quero aqui dizer que o aborto deve ser legalizado e feito em toda esquina, mas em casos previstos legalmente, deve ser autorizado, poís um filho proveniente de um relação não concensual (estupro), que foi concebido mediante violência, é um trauma na vida da mulher, além do que nada garante que esta criança terá bons tratos, afinal será espelho de uma dor imensa na vida da mãe, todas as dores e frustrações dessa mãe inevitavelmente será descontadas na criança e em caso de risco iminente de vida para a gestante, os senhores legisladores desta cidade, desenvolveram uma metodologia para quntificar valores a vida, nesse caso a vida do feto vale mais do que a da mãe? Qual a escala para medir isso? Bem verdade que o aparato legal brasileiro garante o direito do nascituro, mas nunca em detrimento da vida de outrem! Enfim fico estarrecido como alguns (por alguns diga-se de passagens, muitos) políticos, que preocupam-se em dar satisfações a seu eleitorado religioso que garantem suas cadeiras eletivas e esquecem que o poder público deve ser utilizado para o bem da maioria, sem detrimento aos mais fracos e favorecimento de grupos aliados!

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